Jane Harvey-Berrick
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*Cover Reveal* - Undefeated, Stuart Reardon e Jane Harvey-Berrick

16 novembro 2017

Na última semana foi anunciado o lançamento do livro Undefeated, um romance do modelo e ex-jogador de rugby, Stuart Reardon em parceria com a autora Jane Harvey-Berrick.

Para quem não lembra, Reardon ficou conhecido no Brasil após estampar a capa do romance de Brittainy C. Cherry A força que nos atrai (The Gravity of Us). Já Berrick possui dois de seus trabalhos publicados no país pela editora Novo Século. Com lançamento previsto para 23 de janeiro, Undefeated conta a história do jogador de rubgy, Nick Renshaw e de uma médica chamada Anna Scott. 


Um poderoso romance contemporâneo ambientado no movimentado mundo do rugby internacional.

Quando seu mundo cai
Quando dizem que você está fora
Quando seu corpo está derrotado
Eu me reerguerei.
Eu retornarei.
E serei invencível.

Nick Renshaw é o garoto de ouro do rugby britânico. Quando uma séria lesão ameaça sua carreira, ele fica arruinado.

Sentindo-se arruinado e traído por aqueles próximos a ele, Nick luta para recomeçar a vida. Talvez haja alguém que possa ajudá-lo. Talvez ele encontre o caminho de volta à luz. Talvez não.

A Dra. Anna Scott pode ser a única capaz de ajudar Nick, mas ela possui seus próprios segredos. E quando o passado de Nick volta para assombrar os dois, a enigmática médica fica mais vulnerável do que parece.

 
Derrotado e traído, a luta para sobreviver parece intolerável. Quem irá ceder e quem irá se reerguer invicto?

                           



Stuart é um jogador aposentado da Liga Internacional de Rugby da Inglaterra. Sua carreira durou 16 anos como profissional. Ele teve várias lesões graves que quase puseram fim a sua carreira, assim como em Undefeated, seu trabalho em parceria com Jane. Atualmente ele é personal trainer em Cheshire, e possui um programa fitness online chamado Fear Nothing Fitness.

Battle Scars: trecho exclusivo do novo livro de Jane Harvey-Berrick

05 outubro 2017

Jane Harvey-Berrick é conhecida no Brasil pelos livros A Educação de Caroline e A Educação de Sebastian, ambos publicados pela editora Novo Século. Agora, com seu novo livro - Battle Scars - chegando às livrarias gringas, ela nos presenteia com uma trama cheia de paixão e desencontros. Venha conferir com a gente um trecho da história da jornalista MJ Buckman e do sargento Jackson Connor.

Das empoeiradas planícies do Afeganistão para os lustrosos corredores do The New York Times, a jornalista MJ Buckman busca a verdade, somente a verdade, nada mais do que a verdade. O que ela não espera é encontrar um homem que é totalmente o seu oposto... e que se encaixa perfeitamente.

O sargento da Marinha, Jackson Connor sabe que relacionamentos não funcionam com militares. Ele é prova viva disso. Mas quando uma sedutora mulher de olhar firme, vestindo um colete à prova de balas e carregando sua causa moral bem à sua frente cruza seu caminho, ele fica furioso, curioso e cheio de desejo.

* * *

Um romance adulto sobre duas pessoas que não buscam pelo amor, mas percebem o quão precioso é quando o encontram. Eles não jogam joguinhos e não há nenhum mal-entendido, apenas a vida em seu caminho.

Eles poderiam se envolver? E como seria isso em um relacionamento entre duas pessoas ambiciosas?

Trabalho x combate.

Eles estão sempre viajando em direções diferentes. Que relacionamento pode sobreviver a isso?


                      


Uma geração inteira crescia conhecendo só o desespero, a morte e a destruição. Como haveria paz se as crianças eram encorajadas a carregar armas? Como a vida voltaria ao normal se essas crianças nunca a viveu? O problema parecia enorme, difícil, impossível demais para ser resolvido.

Agora estávamos sofrendo os efeitos produzidos por vidas que eram vividas no ódio. Médicos e enfermeiras trabalhavam com um intenso desapego enquanto tentavam fazer a triagem de milhares de pessoas de uma só vez. Caos era uma palavra muito educada para tudo o que eu testemunhei.

"Posso ajudar?" eu perguntei, a enfermeira passando apressada.

Ela levantou os ombros impotente, apontou para uma adolescente que tinha uma ferida na perna, uma poça vívida de sangue ao seu redor.

"Faça pressão," ela gritou enquanto corria em direção a uma criança com as roupas negras de sangue.

"E depois?" eu gritei para ela.

"Reze!" ela gritou sobre os ombros.

Eu me virei para a garota cujos olhos escuros me observavam sem emoção. Ela tinha apertado o vestido, pressionando-o contra a ferida enquanto o sangue encharcava a areia ao nosso redor. Eu comprimi sua perna, tentando não sufocar quando o sangue escorreu pelos meus dedos. 

Ao meu redor, pessoas estavam chorando e suplicando por ajuda, a maioria jovem, tão jovem. Eu soube que mais da metade dos refugiados deste campo eram crianças, mas vê-los assim...

Continuei com a garota, impotente para fazer qualquer coisa exceto pressionar a ferida que não parava de sangrar. Eu comprimia e comprimia, conversava com ela — trivialidades sem noção que nada significavam, coisas importantes que significavam tudo. Eu contei sobre Jackson. Contei tudo sobre o homem que invadiu minha vida, seu olhos em chama. Contei sobre minhas expectativas e medos, e quando disse tudo o que podia pensar, eu orei, recitei versículos da Bíblia que ouvi pela última vez no enterro de meu pai.

Ela não me entendia, é claro, mas talvez pudesse entender o tom. Talvez soubesse que eu estava orando por ela. E finalmente o fluxo de sangue diminuiu e eu parei de falar. Não havia mais nada a ser dito porque a garota estava morta, seus olhos negros abertos e acusatórios. E o que eu poderia fazer? Eu não era médica, não era enfermeira. Não era nem mesmo batalhadora. Tudo o que consegui fazer foi escrever sobre o que vi e ouvi, tudo o que foi dito e feito, e esperei que alguém se importasse. Talvez alguém que se importasse o suficiente para ajudar a acabar com aquela loucura. Mas quando o ódio era sua marca de nascença, a esperança parece ficar muito longe, e me perguntei se Deus havia ouvido minhas preces.

Resenha: Playing in the Rain, Jane Harvey-Berrick

28 maio 2017

Ava Lawton não consegue acreditar em sua falta de sorte. Era para ser um momento empolgante de sua vida: recém formada na universidade, morando em um novo estado, com um novo emprego e finalmente longe de sua família.

Mas quando ela é obrigada a pedir demissão, tudo desmorona rapidamente. De repente, ela está sozinha em meio a uma multidão, sem ter a quem recorrer.

Agora é hora de viver a vida da sua própria maneira.

Em seu momento mais difícil, um estranho lhe entrega uma mensagem que lhe traz esperança.

Agora é hora de escolher ser feliz.

E talvez seja hora de deixar que um lindo estranho faça parte de sua vida.

Minha gente, que livro é esse? 

Quem diria que um livrinho de 100 páginas seria capaz de destruir o coração do sujeito? 

Conheci os livros de Berrick através da indicação de amigas e me apaixonei por Dangerous to Know and Love (não postei resenha dele aqui porque fui incapaz. Amei tanto que fiquei sem palavras), então prometi que não deixaria de ler Playing in the Rain

Lançado em 2014, ele é o que chamaríamos de conto, ou seja, é uma narrativa bem curtinha que, para ser sincera, não dá para esperar muita coisa, certo? Errado. Nesse livro, conhecemos a história de Ava, uma jovem recém chegada na Califórnia que é obrigada a largar o emprego por ter sido assediada pelo seu chefe. E entre perder o emprego e sentir-se totalmente sozinha num lugar onde tudo é muito novo para ela, uma mensagem completamente inesperada muda o andar da carruagem e, consequentemente, somos apresentadas ao atraente Cody, um rapaz super de bem com a vida, que está sempre com um sorriso estampado no rosto e nada parece perturbá-lo. O problema é que apesar de todo o seu bom humor, tem alguma coisa nesse moço que não se encaixa, que não cola. Ele tem sempre respostas profundas para certas questões, principalmente aquelas que evolvem a vida e se mostra evasivo em vários momentos. Foi aí que eu pensei: Ai sem or, lá vem treta!

E a treta veio. Tiro atrás de tiro. E eu fiquei igual a Kim chorando nos episódios de Keeping Up With the Kardashians


Mas, vida que segue. Continuei a leitura mesmo sabendo que estaria um lixinho no final e amei a trama. É uma história bem rápida de ser lida, que faz você amar os personagens e estar sempre esperando pelo próximo item da lista, já que o foco do enredo é voltado em grande parte para uma espécie de bucket list, onde Ava e Cody listam dez coisas que eles gostariam de fazer, as quais ambos realizam juntos. 

Indico altamente a leitura de Playing in the Rain. Mesmo não sendo fã de contos, eu adorei esse porque mesmo sabendo o que aconteceria, ele conseguiu me surpreender com o modo como aconteceu.

Jane Harvey-Berrick possui dois livros publicados no Brasil pela editora Novo Século, A Educação de Caroline e A Educação de Sebastian que, segundo algumas amigas que já leram, não têm nada a ver com Playing in the Rain ou Dangerous to Know and Love. Então, caso você tenha lido Caroline e Sebastian e não tenha gostado, não use-os para julgar os outros. 
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