Romance
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Review: The Wreckage of Us, Brittainy C. Cherry

08 setembro 2020


Never in a million years did I think it would be Ian Parker who saved me...
I know I should stay away from Ian Parker. But when my drug-dealing stepdad kicks me out, I have nowhere to go. Squatting in an abandoned shed on Ian’s grandpa’s farm seems like as good a plan as any. Ian finds me there, of course, and he insists on me moving into his spare room. I should say no, but the appeal of a roof and a warm bed is too much. Not to mention Ian’s brown eyes and strong arms. We’re nothing alike, but the spark between us is undeniable. My life is finally looking up.
Until I call the cops on my stepdad and unintentionally get my pregnant mom arrested. Now I have to sacrifice my dreams to take care of my mom’s baby. She’s the only family I have left. Meanwhile, Ian’s band is taking off; his dreams are coming true. Ian is my one chance at love. I just hope he doesn’t become the one chance that got away.



I just finished reading The Wreckage of Us by Brittainy C. Cherry and I must say I haven't wrapped my mind around it yet. And trust me this is odd, because I'm always so certain about what I feel when I read her books. Don't get me wrong though. I loved it! It's just that I feel like I've missed something I guess. 

I will try to put my feelings to paper and see if I can understand what happened between this book and myself. 

To begin with, the plot is amazing. It tells the story of an eighteen year old girl, Hazel Stone (I love this name btw), born and raised in Eres, Nebraska, that struggles to find a way to leave the miserable life her mother and stepfather has put her into. Her goal is to find a job to save up enough money so she can rescue her pregnant mother from the messy world she's been living since she got involved with the main drug dealer in town, Charlie Riley. One of the last things Hazel wants is to see her mom and the baby suffering in his abusive hands. Since they live in a really small town, finding a job isn't that easy so Hazel is determined to get a position to work at the centerpiece ranch of the town. To sum things up, she gets the job at Eres Ranch, even though everyone doubts she will handle the hard work, and that's when we are introduced to Ian Parker (I call him my cool Nebraska guy), the grumpy and sexy guy who is supposed to show her around the place. 

Like Hazel, Ian is a lonely person. He's passion is to create music for his band, The Wreckage, and again, like her, he's looking forward to finding his way out of that town. Besides his bandmates and grandparents, he has nobody left. His parents had chosen their addiction over him, and because of it Ian has built a wall that no one seems to be able to trespass. 

As time goes on Ian has to put away the hatred he feels toward Hazel, and accept the fact that she's the kind of person you can't stay away from. Her kindness and strength, her empathy and determination is everything he needs to have that very brick wall around his heart broken. 

Moving on a little, besides the lead couple, we are also introduced to very nice, intense and funny characters. That's one of the things I need to highlight here. Even with their tough background stories, the author managed to give them all a sparkle of joy too. My favorite character in this book is without a doubt Big Paw. He's the perfect example for what I just said. Hazel is a very good example too. 

Also, if there were an Oscars' category for best book title of the year, The Wreckage of Us would be a nominee for sure. 

Now that you could get a general glimpse of what I thought about this book, it's hard to explain why I still feel like there was something missing. As I said, the plot is amazing and the only thing that makes sense in this brain of mine that loves drama drama drama and more drama is that I was expecting a hundred percent drama regarding a few situations in the book like Charlie getting caught so easily at second time, for instance. 

Anyhow I will stop right here because I don't want to give too much away. Just go grab this book as soon as possible. I promise you'll love it. 

Just to end this in the best way possible, I couldn't forget to mention just in order to have it registered that I agree with you, My Cool Nebraska Guy. Home is not a place. It's so much more than that. 

Review: Love Story, Laura Miller

14 março 2020


From the Amazon #1 best-selling author of small-town romance novels, including Butterfly Weeds and The Dream, comes Love Story, a raw and touching collection of poems and quotations about love, heartbreak, laughter and life in a small town. Find quotes from your favorite Laura Miller love stories and also discover a new, never-before-seen collection of heartfelt and romantic poems and sentiments. Accompanied by inspiring illustrations, Love Story is sure to leave a lasting mark on your heart.





I remember this day when I asked Laura if her readers could expect a new release soon. I left my question in one of her posts on Instagram, and even though I don't really remember when I asked it exactly, I do know that she said she was working on it while she replied me. 

In February, she dropped this wonderful bomb with the release of her new book. A book of poems and quotes. To be completely honest with you I wasn't expecting that. Which was good, because I got wonderfully amazed by the way Love Story was made — from the cover to every single ilustration and quotes.
 
This new collection will bring you back to every small town you have ever visited while reading Laura Miller's novels. Be ready to swoon over each and every page and to dive back in all her past books.

Sweet Home, Allandale
and all the small towns you once had a chance to visit will be brought to life again in a sort of flashback that will make your heart melt.


Livros Minha Terapia

Resenha: Disgrace, Brittainy C. Cherry

28 junho 2018

Todos os dias eu rezava para o meu marido me amar novamente. Depois de quinze anos juntos, ele se afastou de mim e foi para os braços de outra. Eu não sabia como lidar. Eu não sabia o meu valor. Eu não sabia como existir sem ele ao meu lado. Tudo que eu queria era que ele voltasse para mim. Então Jackson Emery apareceu. Era para ser uma distração para minha mente. Uma aventura de verão. Um impulso de confiança para o meu coração machucado. Nós éramos perfeitos um para o outro porque nós dois sabíamos que não duraria. Jackson não acreditava em compromisso e eu não acreditava mais em amor. Ele era muito fechado para mim e eu estava muito quebrada para ele. Tudo estava bem, até que uma noite meu coração pulou uma batida. Eu não esperava que ele me fizesse rir. Me fizesse pensar. Fizesse com que a minha tristeza desaparecesse um pouco. Quando o nosso tempo acabou, meu coração não sabia como ir embora. Todos os dias eu rezava para que meu marido me amasse novamente, ainda que devagar, minhas orações começaram a mudar para o homem que não era certo para mim. Eu rezei por mais um sorriso, mais um beijo, mais uma risada, mais um toque... Eu rezei para ele ser meu. Mesmo sabendo que seu coração não estava destinado a amar.


Eu sei que os livros da Brittainy geralmente fazem os leitores chorarem (eu pelo menos, sempre choro), e com esse não foi diferente. Sei o que você deve estar pensando, já deveríamos estar acostumados em chorar nos livros dela, mas esse livro me surpreendeu, com menos de cinco páginas eu já estava chorando horrores, e não foi uma ou duas lágrimas. A situação estava tão precária que eu não conseguia enxergar o Kindle! É nessa parte do livro que conhecemos Jackson Emery com 10 anos de idade, e Tucker, seu cachorro de estimação. O porquê de eu ter chorado copiosamente? Jackson acaba escutando uma briga entre os seus pais, e escuta a mãe dizer que está indo embora, ele então implora para que a mãe não vá. Diz que será um menino melhor e que fará suas tarefas o melhor que puder. Eu não sou mãe ainda, mas ler isso partiu meu coração.

Depois de me acalmar e parar de chorar, o livro vai para os “dias de hoje” e conhecemos a protagonista, Grace. Sendo muito honesta, ela me irritou profundamente, porque sabe aquela cidadezinha do interior aonde todo mundo conhece todo mundo? Então, o livro se passa em Chester, Georgia, e quando você tiver a oportunidade de ler, você entenderá a minha frustação com relação a Grace. Foi difícil vê-la permitir que todos da cidade desse palpites sobre sua vida
— o  que ela deveria fazer ou não, principalmente a mãe dela (que mulher insuportável). Mas, como qualquer pessoa, chega um momento em sua vida que ela se vê cansada. Grace percebe que não sabe quem é de verdade. Um exemplo bobo que ilustra bem a situação é o filme Uma noiva em fuga com Julia Roberts. Lembra que ela não sabia como gostava que seus ovos fossem preparados? Então, acontece exatamente isso com a Grace. Ela estava tão acostumada em fazer o que os outros queriam que não sabia nem como gostava da própria comida.

Mas voltando ao menino de 10 anos de idade que implorou para a mãe não ir embora, lembra-se dele? Jackson? Pois é, descobrimos que ele se tornou a vergonha da cidade. Todos falam mal dele, dizem que ele é o filho do diabo, um pecado ambulante! Mas as pessoas o julgam pela aparência, pelos erros da sua família no passado e não dão uma oportunidade para que ele mostre quem é de verdade.

Quando Grace e Jackson se conhecem eles são completamente diferentes, mas ao mesmo tempo, ambos possuem algumas coisas em comum como a solidão, culpa e a dor da perda.

Apesar de Disgrace abordar muito a dor e o luto em diferentes aspectos, esse livro é muito mais sobre cura e esperança. Ele serve para mostrar que nem toda verdade é absoluta e que nem sempre o que é certo para alguém é o certo para você. 


Assim como todos os outros livros de Cherry, este me marcou de verdade. A história de Jackson e Grace não é sobre uma clássica obra de amor entre duas pessoas, mas sim, sobre aprender a se amar, respeitar o outro na sua individualidade, e acima de tudo, é sobre nunca julgar o modo como a outra pessoa lida com a perda.


Resenha: What He Doesn't Know, Kandi Steiner #1

18 março 2018


Do lado nordeste da cidade existe uma casa.

Um dia essa casa já foi mágica, cheia de amor, alegria e planos para o futuro.

Entre suas paredes tem muita coisa que me pertence — meus livros, a porcelana de minha mãe, uma bela gaiola que uma vez, abrigou dois pássaros, mas que agora está vazia, assim como eu.


E um homem. Um homem que também me pertence. Um homem que eu já não quero mais.
⠀
Um homem que, sem dúvida, não tem dormido, ainda que o sol continue nascendo. Pois, a casa onde ele espera, é a casa onde eu deitava minha cabeça e descansava todas as noites há oito anos. Até ontem à noite.

Quem me conhece, não acreditaria que Charlie Pierce, a garota quieta que gosta de ler, que nunca foi de causar problemas, está deixando a entrada da casa de um homem que não é seu marido.

Mas ninguém me conhece.

Nem eu mesma me conheço. Não mais.

Dizem que existem dois lados para cada história, e eu imagino que na maioria dos casos, isso seja verdade. Mas a história em que vivo? Essa possui três.

Do lado nordeste da cidade existe uma casa.

Que já não é mais um lar.





Kandi Steiner foi um de meus achados de 2017 — o primeiro livro dela que li foi On The Way to You, e quem leu minha resenha sabe que eu amei. Por isso confesso que fiquei super empolgada quando ela anunciou que seu novo trabalho seria uma duologia, ou seja, Kandi Steiner duas vezes em um curto espaço de tempo. GRI-TO! Hahahaha. 

Mas o que poucos sabem é que a autora traçou os contornos dessa nova trama com base nas opiniões dos leitores. Ela simplesmente perguntou o que gostaríamos de ler e ver em um romance. Quais tipos de casais e personagens gostaríamos que fossem retratados nas páginas desse livro. Quais características deveriam ser ressaltadas etc. Foi aí que iniciou-se o processo de criação de What He Doesn't Know (livro 1) e What He Always Knew (livro 2). 

A resenha de hoje será sobre o primeiro capítulo desse romance contemporâneo que me deixou angustiada, de coração apertado, e confusa por diversas vezes. Primeiro que a sinopse me fez pensar e esperar coisas completamente diferentes. Na minha cabeça a personagem havia simplesmente traído o marido. Cheguei a pensar que seria um enredo parecido com um livro que li há pouco tempo, e isso fez com que eu iniciasse a leitura meio desconfiada. Mas é óbvio que me enganei. Isso sempre acontece quando eu resolvo dar muita confiança para sinopses. Conselho: deixe a sinopse entrar por um ouvido e sair pelo outro. Ela raramente fará diferença na sua vida. 

Em What He Doesn't Know somos apresentados a uma professora do jardim de infância e ex-aluna da escola Westchester, Charlie Pierce. Nascida e criada na pequena cidade de Mount Lebanon, Pensilvânia, Charlie é casada com Cameron há oito anos e é filha do dono da principal companhia de energia da região. Gentil e sempre presente na vida daqueles que ela mais ama, Charlie guarda muitas histórias de seu passado pré-Cameron, e de seus anos pós-Cameron. 

Faz cinco anos que o casamento deles já não é mais o mesmo, e Charlie percebe isso. Além de não encontrar no olhar de seu marido o homem por quem ela se apaixonou, ela também se dá conta do distanciamento que agora existe entre eles. Cameron já não é mais o homem de antes. Com a cabeça sempre enfiada no trabalho, ele começa a criar obstáculos e desculpas que os separam cada dia mais. São as mudanças em seu comportamento, os deslizes que ele comete, o modo indiferente e constantemente distante como ele se expressa e trata as situações, que faz com que Charlie sinta-se culpada e rejeitada. Essas características de Cameron e sua maneira de agir com relação à sua esposa fez com que eu o detestasse, porque eu comecei a entender o desespero de Charlie ao ver seu casamento indo por água a baixo enquanto seu marido simplesmente não enxergava ou fingia não enxergar os esforços e as tentativas dela de transformar tudo. De fazer com que tudo voltasse a ser como era antes. Eu não suportava mais vê-la tentando e ele nem aí para ela. 

Aos poucos percebemos que Charlie começa a desistir. Ela começa a recuar e fica visível que ela não tem mais de onde tirar forças para lutar pelo seu casamento sozinha. E em meio a tanta dor, desespero e incerteza, ela é surpreendida com o retorno de Reese Walker. Ex-vizinho, ex-melhor amigo de seu irmão, ex-amor da adolescência e agora, recém contratado professor de piano da Westchester. Não há nada tão ruim que não possa piorar, não mesmo? 

"Por favor, não faça isso."
"Fazer o quê?"
"Não vá para ele."
O retorno de Reese não é assim tão ruim. Na verdade, ele só é ruim para Cameron. Reese é maravilhoso. Mesmo agora com 35 anos, ele continua sendo o mesmo cara de quem Charlie se lembra. Foi preciso o seu retorno para Cameron acordar pra vida e ver a merda que ele estava fazendo e o que ele estava prestes a perder. Se eu gostei? EU AMEI, BRASIL. 

Como disse anteriormente, eu fui totalmente enganada pela sinopse e levei um tombo quando comecei a entender a história e os personagens. Nesse momento eu fui começando a ficar angustiada, triste com a trama que os envolvia e sem saber o que esperar do final. A partir dos três últimos capítulos do livro eu comecei a ficar estarrecida com a atitude de Cameron. Se antes eu não conseguia digeri-lo, hoje eu não sei de mais nada. Hoje eu quero amar tanto ele quanto Reese, e só quero que ambos sejam felizes, e que um deles pelo amor do SEM OR, faça Charlie feliz. Ela precisa ser feliz, gente. Por favor. 

Angustiante, intenso, capaz de promover uma explosão de mil e um sentimentos no leitor, What He Doesn't Know foi muito além do que eu esperava. Ele mostra os três lados de uma história que nos guia por caminhos cobertos de amor, sofrimento, força, paixão, culpa e rejeição. Essas duas últimas palavras carregam o peso da narrativa construída por Steiner. 

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• O segundo volume da duologia, What He Always Knew, será lançando em 29 de março;

• Adquira a edição digital de What He Doesn't Know na AMAZON BR;

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Resenha | Review: Living Out Loud, Staci Hart

05 fevereiro 2018

Quando Annie Daschel chega em Nova Iorque, a única coisa que ela consegue controlar é a sua lista.

Não é a morte do seu pai nem a perda de sua casa. Não é o buraco em seu coração nem a válvula defeituosa que tanto dita sua vida. Mas ela consegue escrever uma lista com todas a maneiras em que poderia viver intensamente, assim como seu pai teria desejado.

Ver a cidade do topo do Empire State Building: Confere.

Comer cachorro quente nos degraus do Met: Confere.

Ficar parada no meio da Times Square: Confere.

Conseguir um emprego na Wasted Words: Confere.

Duas coisas não estão em sua lista: Greg Brandon e Will Bailey. E é simplesmente desse jeito que ela se vê no meio de algo sem conseguir encontrar uma saída; sem respostas claras nem regras.

Com ou sem lista, ela percebe que não pode controlar nada, nem mesmo seu coração.

Não pode controlar as decisões que ele toma nem o momento em que ele para.





 Living Out Loud é o novo romance de Staci Hart e terceiro livro da série inspirada nas obras de Jane Austen, The Austen's Books (veja Wasted Words e A Thousand Letters).

Lançado na última semana, a história tem lugar em Nova Iorque, onde Hart resgata o cenário da Wasted Words (livro 1) para dar vida à trama de Annie Daschel — uma jovem de 18 anos que chega à cidade ao lado de sua mãe e irmãs em meio a um momento de perda, dificuldades e readaptação para sua família, e com o desejo de viver intensamente, sem perder mais nem um segundo de sua vida — e Greg Brandon, o belo, amigável e sensível barista da Wasted Words que, no minuto em que a vê, descobre que seu coração está mais vivo do que nunca.

"Diga-me que está feliz para que eu a deixe ir."
A narrativa é contada sob a perspectiva dos dois personagens, sendo desenvolvida com todo o notável romantismo de derreter corações que só faz com que eu ame cada vez mais a escrita da autora. Neste livro, Hart cria um enredo inspirado em Razão e Sensibilidade, o qual nos envolve na história de superação de Annie, no modo como ela enxerga cada instante com inocência, paixão e brilho no olhar, e como ela lida com as circunstâncias no momento em que percebe que está em um beco sem saída, e a única maneira de escapar é escolhendo entre o que parece ser e o que realmente é. 

No decorrer da trama descobrimos as paixões da protagonista, e as dificuldades físicas que ditam o ritmo de sua vida. A vida de Annie em Nova Iorque é movida por novas descobertas, uma em especial chamada Greg. O cara que faz a magia acontecer, e que coloca, o tempo inteiro, os sentimentos de Annie acima dos dele.

Assim como na obra de Austen, em Living Out Loud exploramos também, a relação de Annie e sua irmã, Elle, com base em suas similaridades, contrastes, e pontos de vista; segundo o modo como encaram a vida, o amor e seus relacionamentos. Annie sempre muito passional, já Elle, a sensatez em pessoa. 

Este é um romance contemporâneo sobre amar e perceber aquilo que está bem na sua frente. Que mesmo que o coração não funciona direito, ele, ainda assim, é o seu melhor guia. 

♦♦♦


 Living Out Loud is Staci Hart's newest novel, and third installmente of the series inspired by Jane Austen's books (see Wasted Words, and A Thousand Letters).

Released last week, the story takes place in New York, where Hart brings the Wasted Words (book 1) scenario back to bring Annie Daschel's story to life - a 18-year-old girl that arrives to the city along with her mother and sisters amidst a time of loss, dificulties and upgrading, carrying the wish about living loudly, not wanting to waste the precious seconds of her life — and Greg Brandon, the handsome, friendly, and tenderhearted barista from Wasted Words whom, in the second he sets eyes on her, finds that his heart is more alive than ever.

The narrative is told from the perspective of both characters, being developed with a remarkable and heart-melting romanticism that makes me love the author's writing even more. In this book, Hart build a plot inspired by Sense and Sensibility, which enfolds us in Annie's overcoming story, the way she sees every instant with innocence, passion, such a gleam in the eye, and how she handles the circumstances by the time she realizes she's in a dead end, and the only way out is by choosing between what it seems to be, and what it truly is.

During the story, we also learn about the character's passions, and the physical disabilities that have a say in her life. Annie's life in New York is driven by new discoveries, one in particular named Greg. The guy that makes the magic happen. The guy that cares so much about Annie he simply put her feelings over his. 

As well as in Austen's work, in Living Out Loud we also explore the relationship between Annie and her sister, Elle, based on their similarities, contrasts, and perspectives, according to the way they both see life, love, and their own relationships: Annie being always passionate, while Elle is the good judgment in person.

This is a contemporary romance about loving and realizing what is right in front of you. Even when the heart doesn't seem to work properly, he is yet your greatest guide.


♦♦♦

The Austen's Books:

Wasted Words
A Thousand Letters
A Little Too Late (spin-off)
Living Out Loud
The Sound of Silence (lançamento: maio/2018)


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Resenha: Seek, Mia Sheridan

24 janeiro 2018


A rica socialite Olivia Barton nunca imaginou que seu noivo desapareceria no que seria sua viagem rotineira de negócios. Ela fica ainda mais atordoada e confusa quando um investigador particular o rastreia meio mundo até uma cidadezinha no litoral da Colômbia. Mas o país foi recentemente devastado por um terremoto e um tsunami, interrompendo toda comunicação e tornando impossível viajar. Ainda assim, Olivia está determinada a ir para a Colômbia encontrar as respostas que ela tão desesperadamente busca. O que ela precisa é de um guia — um mercenário.

O homem chamado Thomas surge das sombras. Há um ar inconfundível de perigo nele, e uma promessa em ajudar a leva para o país arruinado e infestado de crime. Mas quando Thomas e Olivia se veem lutando contra uma inegável atração, o perigo ganha um novo significado. Nas viçosas selvas da América do Sul, todas as regras são diferentes e Thomas e Olivia estão prestes a descobrir que algumas vezes, o que você procura não é necessariamente o que você encontra.

      

Além de ter sido uma ótima surpresa, Seek foi o primeiro livro de Mia Sheridan que li, e considerando as circunstâncias bem corridas com que ele foi anunciado, posso dizer que fiquei maravilhada com todo trabalho de escrita da autora e sua vontade de proporcionar algo novo aos leitores.

Como a própria Sheridan comentou ao anunciar a publicação de Seek, exatamente uma semana antes de seu lançamento, a história possui um ritmo acelerado, mas nada que tenha me incomodado. Pelo contrário, é essa certa correria que faz com que você sinta a adrenalina da história. Ponto para Mia, que nos trouxe uma trama cheia de ação, suspense y muy caliente!

Nesse livro conhecemos a socialite de Vegas, Olivia Barton, que há dois meses vive sem saber o que de fato ocorreu com seu noivo, Alec. Homem de negócios, Alec viaja a trabalho, e sem mais nem menos, desaparece sem deixar rastros. Até que um detetive particular contratado por Olivia descobre o possível paradeiro do rapaz: uma pequena cidade no litoral da Colômbia chamada Palomino. 

Ainda sem entender em que circunstâncias Alec foi parar tão longe de sua viagem de negócios, Olivia está determinada a ir ao seu encontro. Resgatá-lo da cidade devastada por um terremoto e tsunami de proporções inimagináveis, onde a criminalidade segue crescendo a cada dia que passa. Só então Olivia percebe que não poderá fazer tudo sozinha, e se vê obrigada a contratar os serviços de um homem, um guia para levá-la até Palomino em segurança. O tempo de viagem não passará de uma semana, e o itinerário, detalhadamente cronometrado e planejado, é a única certeza que ela tem de que encontrará as respostas que tanto deseja. Depois disso, o guia contratado a deixará para seguir em frente. Mas é claro que eles não contavam com certos empecilhos no decorrer do caminho. E isso Olivia pôde perceber com maestria. Por trás de toda carranca, por trás de tanta rispidez, havia um homem atraente, intenso, viril, que agia para ajudar os outros: Thomas.

Com uma narrativa movida por emoção, correria, descobertas, confidências e muita aventura, acompanhamos a construção de um casal, a evolução de dois personagens que num primeiro momento, estão convictos de tudo. De suas vidas, de seus desejos, do futuro. E então, vemos Sheridan desconstruir toda essa certeza em meio a um cenário de perigo e incertezas. 

Oficialmente lançado em 22 de janeiro, Seek é um livro que aposto, foi totalmente pensado para prender o leitor do início ao fim, sem dó. 

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Garanta o seu exemplar na Amazon, e não deixe de adicioná-lo à sua estante no Skoob e no Goodreads. 

*Cover Reveal* - Behing the Bars, Brittainy C. Cherry

21 novembro 2017

Mais um livro de Brittainy C. Cherry está pronto para conquistar o coração do leitor. Behind the Bars é o novo trabalho da autora e tem lançamento previsto para 7 de dezembro na Amazon e outras plataformas de leitura. Hoje, é com prazer, que revelamos a capa que vai ilustrar a história de Jasmine e Elliott.

Quando eu encontrei Jasmine Greene pela primeira vez, ela apareceu como pingos de chuva.

Eu era o músico esquisito, e ela era a rainha do ensino médio. As únicas coisas que tínhamos em comum eram a nossa música e a nossa solidão.
 

Algo em seus olhos me disse que seu sorriso nem sempre era verdadeiro. Algo em sua voz me deu a esperança que eu sempre desejei encontrar. E em um piscar de olhos, ela se foi. Anos depois, ela estava parada na minha frente em uma rua de New Orleans. Estava diferente, assim como eu. A vida nos fez frios. Rígidos. Isolados.

Enjaulados.

Mesmo diferentes, as partes partidas de mim reconheceram a tristeza nela. Agora, ela está de volta, e eu não cometerei o mesmo erro de deixá-la escapar de novo.

Quando eu encontrei Jasmine Greene pela primeira vez, ela apareceu como pingos de chuva. Quando a encontrei novamente, ela era a tempestade sombria.

                                































Confesso que amei essa capa, porque, por algum motivo, ela me fez lembrar de Art & Soul, um dos meus livros favoritos da Brittainy. Além disso, fiquei super feliz ao saber que o design foi todo feito por ninguém menos do que Kandi Steiner, a pessoa que roubou meu coração com último seu livro, On the Way to You.

E para o caso de vocês já estarem se perguntando, os modelos da capa são Sammy e Shailey.

Resenha: On the Way to You, Kandi Steiner

17 novembro 2017

Contém spoiler.


O que te faz feliz?

Essa foi a pergunta que Emery Reed me fez no dia em que nos conhecemos, e eu não consegui lhe dar uma única resposta. Eu poderia ter dito meu cachorro, ou meus livros, ou yoga — mas eu simplesmente o encarei.

E então entrei em seu carro.

Era loucura pegar a estrada com um estranho, mas após anos paralisada, ele era o meu passaporte para uma nova vida, e eu não ia deixá-lo escapar.

Nós compartilhamos o mesmo espaço, o mesmo carro, o mesmo quarto de hotel — e ainda assim, éramos estranhos.

Um dia estávamos rindo, no outro, não nos falávamos. Emery estava rodeado por paredes impenetráveis, mas eu queria ultrapassá-las. Descobrir o seu diário mudou tudo.

Eu li seus pensamentos, palavras que não diziam respeito aos olhos de ninguém, e quanto mais eu aprendia sobre ele, mais eu me apaixonava. Nada fazia Emery Reed feliz, e eu queria mudar isso.

Eu ganhei sua confiança violando sua privacidade, e por mais errado que fosse, funcionou — até o momento em que um registro revelou a escuridão que eu nunca soube que existia, um relógio que eu nunca soube que funcionava.

De repente, o que me fazia feliz era salvar Emery de si mesmo. Eu só não sabia se conseguiria.

Peguei On the Way to You para ler no momento exato em que ele chegou no meu Kindle, e não consegui parar de jeito nenhum. Acho que bati meu record de tempo lendo um livro. A história me prendeu de uma forma tão pessoal e profunda que fiquei imersa nesse mundo maravilhoso que Kandi Steiner criou para Emery e Cooper.


Basicamente, a história desses dois personagens baseia-se em uma road trip. Em sua passagem pelo Alabama, Emery Reed conhece Cooper Owens, uma jovem que trabalha em uma lanchonete local, que vive com os pais negligentes e desinteressados pela única filha, e sonha pegar a estrada rumo à Seattle. Cooper passa anos economizando, tentando juntar a grana necessária para começar uma nova vida. Mas é nesse intervalo entre trabalhar e juntar dinheiro que ela percebe estar apenas planejando e nunca agindo de fato. O cenário muda com a chegada de Emery e sua pergunta para lá de desconcertante: "O que te faz feliz?" A partir de então, Cooper se vê questionando tudo e, pega de surpresa, aceita o convite de Emery de cair na estrada. Mesmo sabendo que o rapaz é um estranho, que pode ser tudo, inclusive um serial killer, ela decide que aquela é a sua chance de deixar para trás todo o sofrimento que foi sua vida em Mobile. 

Alabama, Mississipi, Louisiana, Texas, Colorado, Seattle. Entre longas estradas e paisagens de tirar o fôlego, Cooper descobre os prazeres da vida. Vê coisas que nunca imaginou, conhece pessoas que nunca pensou conhecer e lida com situações que nunca considerou se envolver. Mas além de tudo, ela aprende a conviver com Emery, embora não consiga compreendê-lo completamente. Um dia com ele pode ser o mais feliz de sua vida, mas pode se tornar também, o mais triste e silencioso de todos. Viver com ele é estar no meio de dois extremos. É saber que um momento feliz não garante a felicidade do momento seguinte. É ter consciência de que há dias bons e dias ruins, e quando os dias ruins o aflige, nada o faz levantar.

Essa dicotomia inquieta Cooper a ponto de fazê-la violar a privacidade de Emery e ler os pensamentos não ditos que ele compartilha em um diário. O que para ela ajudaria a entender os sentimentos mais profundos e íntimos do rapaz, acaba revelando seus objetivos. Para Emery, Seattle guardava o momento que ele tanto esperava. O ápice de sua vida. A chance de acabar com todos os dias ruins e encontrar a paz que tanto buscava.

Em On the Way to You, Steiner aborda com muito carinho as condições e circunstâncias em que vivem os dois personagens. Com cuidado, delicadeza e uma escrita exemplar, ela nos mostra as dificuldades que é enfrentar uma depressão e sentir que tudo o que você faz não tem valor. Acreditar que tudo o que resta é o desapontamento e a infelicidade. Ela também destaca com muito zelo que é possível encontrar a felicidade mesmo nas limitações. 

Esse livro realmente me tocou. Amei cada capítulo, cada registro em diário, cada personagem. Foi de fato um dos melhores que li este ano.

Para terminar, deixo aqui a pergunta: O que te faz feliz?













Eu a beijei.
Sou um idiota egoísta e eu a beijei.
Ela nunca foi realmente beijada, e parados lá, olhando as montanhas e as estrelas, eu não conseguia parar de olhar seus lábios perfeitos e pensar em como era lamentável que ela nunca tivesse sido beijada. Eu estava pensando em como seus lábios ficariam contra os meus. Imaginando se ela suspiraria e se inclinaria na direção do toque ou se ficaria corada e se afastaria. E ao invés de fazer a coisa certa e manter aqueles pensamentos em minha mente, ao invés de esquecer isso, eu a beijei. 
E agora, eu estou ferrado.

*Cover Reveal* - Undefeated, Stuart Reardon e Jane Harvey-Berrick

16 novembro 2017

Na última semana foi anunciado o lançamento do livro Undefeated, um romance do modelo e ex-jogador de rugby, Stuart Reardon em parceria com a autora Jane Harvey-Berrick.

Para quem não lembra, Reardon ficou conhecido no Brasil após estampar a capa do romance de Brittainy C. Cherry A força que nos atrai (The Gravity of Us). Já Berrick possui dois de seus trabalhos publicados no país pela editora Novo Século. Com lançamento previsto para 23 de janeiro, Undefeated conta a história do jogador de rubgy, Nick Renshaw e de uma médica chamada Anna Scott. 


Um poderoso romance contemporâneo ambientado no movimentado mundo do rugby internacional.

Quando seu mundo cai
Quando dizem que você está fora
Quando seu corpo está derrotado
Eu me reerguerei.
Eu retornarei.
E serei invencível.

Nick Renshaw é o garoto de ouro do rugby britânico. Quando uma séria lesão ameaça sua carreira, ele fica arruinado.

Sentindo-se arruinado e traído por aqueles próximos a ele, Nick luta para recomeçar a vida. Talvez haja alguém que possa ajudá-lo. Talvez ele encontre o caminho de volta à luz. Talvez não.

A Dra. Anna Scott pode ser a única capaz de ajudar Nick, mas ela possui seus próprios segredos. E quando o passado de Nick volta para assombrar os dois, a enigmática médica fica mais vulnerável do que parece.

 
Derrotado e traído, a luta para sobreviver parece intolerável. Quem irá ceder e quem irá se reerguer invicto?

                           



Stuart é um jogador aposentado da Liga Internacional de Rugby da Inglaterra. Sua carreira durou 16 anos como profissional. Ele teve várias lesões graves que quase puseram fim a sua carreira, assim como em Undefeated, seu trabalho em parceria com Jane. Atualmente ele é personal trainer em Cheshire, e possui um programa fitness online chamado Fear Nothing Fitness.

Resenha: A Little Too Late, Staci Hart

17 outubro 2017

Eu não deveria me apaixonar pela babá.

Quando minha esposa foi embora, ela levou consigo a ilusão de felicidade, e desde então, vivo em queda livre. Por nove longos meses, lutei para descobrir como ser um pai solteiro e como viver sozinho.

Por nove longos meses, eu tenho falhado.

Quando Hannah passou pela porta, eu pude respirar aliviado pela primeira vez desde que percebi que estava sozinho. Ela entrou em nossas vidas com facilidade, mostrando o que eu tenho perdido em todos esses anos. Hannah me fez sorrir quando eu pensei que havia empacotado a noção de felicidade junto com meu álbum de casamento.

Ela deveria ser apenas a babá, mas ela é muito mais.

O dia em que minha esposa foi embora deveria ter sido o pior dia da minha vida, mas não foi. Foi quando Hannah foi embora levando meu coração com ela.





Conheci os trabalhos de Staci Hart no início deste ano quando ela se preparava para lançar o romance inspirado em Persuasão: A Thousand Letters. Na mesma hora me inscrevi para receber um ARC do livro, porque simplesmente estava apaixonada pela capa e pela ideia de ser inspirado na obra de Jane Austen. Desde então, mantenho meu detector de livros mágicos sempre ligado e atento aos novos lançamentos dela que, por sinal, é o assunto deste post.

Na resenha de hoje preciso contar para vocês o que achei do novo livro da autora, A Little Too Late, mas não sei por onde começar. Se eu fosse youtuber estaria gaguejando neste momento, de verdade.

Para início de conversa, A Little Too Late deu início a sua estratégia de arrebatamento começando pela capa e no final, eu já estava fascinada, apaixonada e extremamente feliz com a história. Parte disso deve-se ao tratamento dado pela autora à narrativa e aos personagens, mas, acredito que pelo menos dez porcento deve-se também à certa proximidade que tenho com o tema retratado na obra.  

O livro conta a história de Hannah, uma jovem holandesa que se inscreve no programa de au pair e vai para os Estados Unidos fazer intercâmbio enquanto tira algum dinheiro cuidando de crianças. Neste tipo de intercâmbio a menina se inscreve numa agência, preenche um formulário gigantesco chamado application e, se considerada apta, faz entrevista por Skype com diversas famílias americanas cadastradas no programa a fim de conseguir uma babá para seus filhos. Ao aplicar para o programa as meninas tomam conhecimento de várias regras que devem ser obedecidas não só pelas au pairs, mas também pela família acolhedora ou host family. Hannah foi então para a casa de Quinton  (esqueci o sobrenome da família) em Nova Iorque, mas as coisas não acontecem como ela pensava que aconteceria, então ela acaba desistindo da família e pedindo demissão. Quando coisas assim acontecem, a jovem entra em estágio de rematch, onde ela tem um prazo para conseguir outra família, caso contrário, ela tem que retornar para seu país de origem. Mas graças ao Pai e a Staci, Hannah vai parar na casa de Charlie, onde começa a cuidar de Sammy e Maven. 

"Ela deveria ser apenas a babá."

Charlie é um cara sério, respeitador, paizão, mas tem a vida muito conturbada. Ele e seus filhos foram abandonados pela mãe/esposa, Charlie descobriu que estava sendo traído e sua vida estagnou de um jeito angustiante. Ele praticamente se afoga no trabalho para manter a casa e se desdobra entre seus afazeres profissionais e seu papel de pai. Charlie sabe que precisa ser mais presente, ele quer se fazer presente, quer ser o pai que seus filhos merecem, mas nunca há tempo suficiente para que isso aconteça, e ele parece não encontrar forças e motivação para mudar sua vida até conhecer o sorriso de Hannah, testemunhar sua leveza de espírito e sua forma doce e positiva de ver as coisas. 

Resumindo, A Little Too Late nos mostra o desenrolar dessa história que se inicia com a aproximação de Charlie e Hannah. Retrata os obstáculos que eles enfrentam o tempo todo, seja por motivos de ex-mulher ou ex-hostdad, seja pela insegurança de Charlie de enfrentar seu medos ou por sua dificuldade em confiar e aceitar quem nem todos são iguais a mãe de seus filhos. Hannah é muito mais, e ele precisa relaxar e aprender a conviver com isso, com a felicidade e o tanto de coisas boas que Hannah proporciona. 

Maravilhoso, intenso e angustiante. Você vai tentar enrolar na leitura só para ela durar mais e mesmo assim, não vai ter sucesso.

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