Livros
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

Resenha: The Wreckage of Us, Brittainy C. Cherry

16 setembro 2020

Nunca, em um milhão de anos, eu teria imaginado que Ian Parker seria a pessoa que me salvaria...Eu sei que deveria ficar longe de Ian Parker. Mas quando meu padrasto traficante me manda embora de casa, fico sem ter para onde ir. Usar o celeiro abandonado no rancho do avô de Ian parece ser uma boa ideia. É claro que Ian descobre e insiste que eu me mude para o quarto extra em sua casa. Eu deveria recusar, mas só o pensamento de ter um teto e uma cama quentinha é demais para mim. Sem falar de seus olhos castanhos e braços musculosos. Não somos nada parecidos, mas a química entre nós é inegável. A minha vida está finalmente melhorando...Até eu denunciar meu padrasto à polícia e, sem querer, causar a prisão de minha mãe grávida. Agora, preciso sacrificar meus sonhos para cuidar do bebê do seu bebê. Ela é a única família que me resta. Enquanto isso, a banda de Ian está decolando. Seus sonhos estão se tornando realidade. Ele é minha única chance no amor. Só espero que não seja a chance que deixarei escapar.




Terminei de ler o novo livro de Brittainy C. Cherry, The Wreckage of Us e devo dizer que ainda não consegui superá-lo ao ponto de entendê-lo completamente. Não quero que vocês me entendam errado. Eu amei a história. O negócio é que ainda assim, fiquei sentindo como se tivesse faltado algo. 

Estou escrevendo essa resenha com a esperança de que eu entenda, pelo menos um pouquinho, o que rolou entre esse livro e eu. 

Para começar, o enredo é ótimo. Conta a história de uma jovem de 18 anos, Hazel Stone (eu amo esse nome!), nascida e criada em Eres, Nebraska, que luta para encontrar um jeito de se livrar da vida miserável a que foi submetida por sua mãe e seu padrasto. Seu objetivo é arrumar um emprego e economizar o bastante para que ela consiga resgatar sua mãe que, por sua vez, está grávida, do mundo caótico em que tem vivido desde que se envolveu com o principal traficante da cidade, Charlie Riley. Uma das últimas coisas que Hazel deseja é ver sua mãe e o bebê sofrerem nas mãos abusivas dele. Como moram numa cidade muito pequena, encontrar um trabalho não é assim tão fácil, por isso, Hazel está determinada a conseguir uma vaga de emprego no principal rancho da cidade. Para resumir, ela consegue, ainda que todos duvidem de sua capacidade para realizar as tarefas árduas que o trabalho exige. É aí que somos apresentados a Ian Parker (eu o chamo de 'my cool Nebraska guy'. Obrigada, Lady Gaga!), o boy magia sexy e ranzinza responsável em treinar Hazel.  

Assim como a moça, Ian é uma pessoa solitária. Sua paixão é criar canções para sua banda, The Wreckage. Novamente, assim como Hazel, seu maior desejo é ir embora daquela cidade. Além de seus companheiros de banda e de seus avós, ele não tem mais ninguém. Seus pais escolheram o vício em vez dele e, por esse motivo, Ian criou uma espécie de muro dentro si que ninguém parece ser capaz de ultrapassar. 

O tempo passa e Ian percebe que precisa deixar de lado o ódio que sente por Hazel, e aceitar o fato de que ela é o tipo de pessoa que você não pode simplesmente afastar. Sua força e gentileza, empatia e determinação é tudo o que ele precisa para ter cada tijolo do muro que cerca seu coração removido. 

Além do casal protagonista, também conhecemos outros personagens super bacanas, intensos e engraçados ao mesmo tempo. Isso é algo que preciso ressaltar aqui. Mesmo com sua histórias de luta e dificuldades, a autora conseguiu pincelá-los com brilhos de alegria também. O meu personagem favorito nesse livro foi sem dúvida, Big Paw. Ele é o exemplo perfeito do que acabei de dizer. Hazel é um bom exemplo também. 

Um outro ponto interessante é que se existisse uma categoria no Oscar de melhor título de livro do ano, The Wreckage of Us seria nomeado, com certeza (junto com Heart Bones).

Como eu disse antes, a narrativa é ótima, porém, a única coisa que faz sentido nesse meu cérebro que ama drama drama drama e mais drama, é que eu esperava situações cem porcento dramáticas como estou acostumada a ver nos romances da Brit. Acho que foi isso que me deixou com esse sentimento confuso com relação ao livro. 

Enfim, vou parar por aqui para não falar demais. Se você tiver a chance de ler The Wreckage of Us, LEIA! Tenho certeza que você vai amar. 

Para finalizar, não poderia deixar de mencionar que concordo com você, My Cool Nebraska Guy. É evidente que o lar não é um lugar. É muito mais do que isso.

.
.
.

Resenha em parceria com a Ugly Love BR.

Resenha: Love Story, Laura Miller

15 março 2020



Da autora bestseller da Amazon, Love Story é uma coleção de poemas e trechos comoventes sobre amor, corações partidos, risos e sobre a vida de quem vive em cidades pequenas. Nele você encontrará versos de seus romances favoritos escritos por Laura Miller. Também irá descobrir uma coleção de poemas originais nunca visto antes. Acompanhados por ilustrações inspiradoras, Love Story com certeza deixará uma marca em seu coração.







Lembro de quando perguntei para Laura se nós, leitores, poderíamos esperar um novo lançamento dela. Deixei minha pergunta em um de seus posts no Instagram e, mesmo sem saber exatamente quando eu realmente fiz essa pergunta, lembro com certeza que ela disse estar trabalhando nele enquanto me respondia.

Em fevereiro, ela largou essa bomba maravilhosa com o lançamento de seu novo trabalho. Um livro de poemas e trechos [de publicações passadas]. Para ser honesta, eu fui pega de surpresa por não estar esperando um livro de poesias. Isso foi ótimo, na verdade, porque fiquei maravilhada com o modo como Love Story foi feito — começando pela capa até cada ilustração e frase. 

Essa nova compilação vai te transportar de volta para todas as pequenas cidades que um dia você visitou enquanto lia os romances de Laura Miller. Esteja preparado (a) para morrer de amor em cada página e revisitar os antigos livros da autora. 

Sweet Home, Allandale e todas as outras cidadezinhas pelas quais você já passou serão trazidas de volta à vida numa espécie de flashback que vai mexer com o seu coração.

"O amor é assim. Ele te faz sentir." - The Dream


Review: Love Story, Laura Miller

14 março 2020


From the Amazon #1 best-selling author of small-town romance novels, including Butterfly Weeds and The Dream, comes Love Story, a raw and touching collection of poems and quotations about love, heartbreak, laughter and life in a small town. Find quotes from your favorite Laura Miller love stories and also discover a new, never-before-seen collection of heartfelt and romantic poems and sentiments. Accompanied by inspiring illustrations, Love Story is sure to leave a lasting mark on your heart.





I remember this day when I asked Laura if her readers could expect a new release soon. I left my question in one of her posts on Instagram, and even though I don't really remember when I asked it exactly, I do know that she said she was working on it while she replied me. 

In February, she dropped this wonderful bomb with the release of her new book. A book of poems and quotes. To be completely honest with you I wasn't expecting that. Which was good, because I got wonderfully amazed by the way Love Story was made — from the cover to every single ilustration and quotes.
 
This new collection will bring you back to every small town you have ever visited while reading Laura Miller's novels. Be ready to swoon over each and every page and to dive back in all her past books.

Sweet Home, Allandale
and all the small towns you once had a chance to visit will be brought to life again in a sort of flashback that will make your heart melt.


Livros Minha Terapia

Resenha: Disgrace, Brittainy C. Cherry

28 junho 2018

Todos os dias eu rezava para o meu marido me amar novamente. Depois de quinze anos juntos, ele se afastou de mim e foi para os braços de outra. Eu não sabia como lidar. Eu não sabia o meu valor. Eu não sabia como existir sem ele ao meu lado. Tudo que eu queria era que ele voltasse para mim. Então Jackson Emery apareceu. Era para ser uma distração para minha mente. Uma aventura de verão. Um impulso de confiança para o meu coração machucado. Nós éramos perfeitos um para o outro porque nós dois sabíamos que não duraria. Jackson não acreditava em compromisso e eu não acreditava mais em amor. Ele era muito fechado para mim e eu estava muito quebrada para ele. Tudo estava bem, até que uma noite meu coração pulou uma batida. Eu não esperava que ele me fizesse rir. Me fizesse pensar. Fizesse com que a minha tristeza desaparecesse um pouco. Quando o nosso tempo acabou, meu coração não sabia como ir embora. Todos os dias eu rezava para que meu marido me amasse novamente, ainda que devagar, minhas orações começaram a mudar para o homem que não era certo para mim. Eu rezei por mais um sorriso, mais um beijo, mais uma risada, mais um toque... Eu rezei para ele ser meu. Mesmo sabendo que seu coração não estava destinado a amar.


Eu sei que os livros da Brittainy geralmente fazem os leitores chorarem (eu pelo menos, sempre choro), e com esse não foi diferente. Sei o que você deve estar pensando, já deveríamos estar acostumados em chorar nos livros dela, mas esse livro me surpreendeu, com menos de cinco páginas eu já estava chorando horrores, e não foi uma ou duas lágrimas. A situação estava tão precária que eu não conseguia enxergar o Kindle! É nessa parte do livro que conhecemos Jackson Emery com 10 anos de idade, e Tucker, seu cachorro de estimação. O porquê de eu ter chorado copiosamente? Jackson acaba escutando uma briga entre os seus pais, e escuta a mãe dizer que está indo embora, ele então implora para que a mãe não vá. Diz que será um menino melhor e que fará suas tarefas o melhor que puder. Eu não sou mãe ainda, mas ler isso partiu meu coração.

Depois de me acalmar e parar de chorar, o livro vai para os “dias de hoje” e conhecemos a protagonista, Grace. Sendo muito honesta, ela me irritou profundamente, porque sabe aquela cidadezinha do interior aonde todo mundo conhece todo mundo? Então, o livro se passa em Chester, Georgia, e quando você tiver a oportunidade de ler, você entenderá a minha frustação com relação a Grace. Foi difícil vê-la permitir que todos da cidade desse palpites sobre sua vida
— o  que ela deveria fazer ou não, principalmente a mãe dela (que mulher insuportável). Mas, como qualquer pessoa, chega um momento em sua vida que ela se vê cansada. Grace percebe que não sabe quem é de verdade. Um exemplo bobo que ilustra bem a situação é o filme Uma noiva em fuga com Julia Roberts. Lembra que ela não sabia como gostava que seus ovos fossem preparados? Então, acontece exatamente isso com a Grace. Ela estava tão acostumada em fazer o que os outros queriam que não sabia nem como gostava da própria comida.

Mas voltando ao menino de 10 anos de idade que implorou para a mãe não ir embora, lembra-se dele? Jackson? Pois é, descobrimos que ele se tornou a vergonha da cidade. Todos falam mal dele, dizem que ele é o filho do diabo, um pecado ambulante! Mas as pessoas o julgam pela aparência, pelos erros da sua família no passado e não dão uma oportunidade para que ele mostre quem é de verdade.

Quando Grace e Jackson se conhecem eles são completamente diferentes, mas ao mesmo tempo, ambos possuem algumas coisas em comum como a solidão, culpa e a dor da perda.

Apesar de Disgrace abordar muito a dor e o luto em diferentes aspectos, esse livro é muito mais sobre cura e esperança. Ele serve para mostrar que nem toda verdade é absoluta e que nem sempre o que é certo para alguém é o certo para você. 


Assim como todos os outros livros de Cherry, este me marcou de verdade. A história de Jackson e Grace não é sobre uma clássica obra de amor entre duas pessoas, mas sim, sobre aprender a se amar, respeitar o outro na sua individualidade, e acima de tudo, é sobre nunca julgar o modo como a outra pessoa lida com a perda.


Leia um trecho de "What He Doesn't Know", livro um do novo duo de Kandi Steiner

30 março 2018


"Eu o amo, Reese."
"Não mude o fato de que você também me ama."























❝
Rejeição me invadiu como veneno, matando o meu desejo e confiança em uma única investida.

Eu afastei minha mão como se tivesse sido queimada, rolando até estar deitada de costas, meus olhos focados em algum lugar além do teto. Cameron está tão imóvel ao meu lado, como se estivesse com medo de se mover, com medo de respirar – como se qualquer sinal de que ele ainda estivesse acordado fosse fazer com que eu me aproximasse dele e tentasse convencê-lo de querer isso, de me querer. Ele não me queria.

O meu coração ficou dolorosamente apertado em meu peito, e eu pressionei as pontas de meus dedos com força sobre a pele, massageando-a enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas.

Eu lembrava de uma época em que imaginá-lo recusando sexo era cômico. Era difícil para mim acompanhar seu desejo. Mas o tempo mudou tudo. Mudou a mim, a ele, e o modo como ficávamos juntos. Mudou nossas circunstâncias, nossos futuros e muito mais. O tempo criou quilômetros de distância entre nós rapidamente, mas estava demorando para nos aproximar de novo. Eu nem sei se poderia.

Quando a respiração de Cameron ficou mais lenta e um suave ronco me avisou que ele estava dormindo, eu deslizei para fora dos lençóis e fui para o banheiro mais uma vez. Eu fechei a porta atrás de mim silenciosamente, trancando-a, e inclinando-me contra ela com um suspiro. As lágrimas com que estive lutando caíram em perfeita simetria com o fechar de meus olhos, mas eu as enxuguei rapidamente, atravessando o belo chão perolado para tomar um banho quente.

A minha mente peregrinava enquanto eu me sentava na beirada da banheira observando a água correr, meus dedos dançando preguiçosamente nela. Eu gostava do modo como ela borbulhava ao redor da ponta de meus dedos se eu os pressionasse o suficiente, sem deixa-los afundar.

E assim que meus olhos perderam o foco, as lembranças me invadiram.

Cameron e eu naquela noite após a fogueira – as bolhas no banho e em nosso champanhe também. Eu ouvi sua risada como se fosse minha própria voz, senti suas mãos como se elas nunca tivessem se afastado, vi seus olhos e o jeito como eles me adoravam, como se fossem uma marca permanente em minha memória.

Mas eles não eram.

Tudo isso desapareceu, e a culpa era minha.

Quando a banheira estava cheia, eu fechei a torneira e me afundei lentamente nela. A banheira era ampla e funda, exatamente como eu sempre quis – uma que pudesse cobrir cada parte minha. Meu pescoço e cabeça era as únicas coisas expostas, e eu me inclinei contra a porcelana, meus olhos vagando pelo teto antes de serem fechados.

A princípio, eu não pensei em nada além de como era boa a sensação da água quente enquanto me aquecia. Era bom existir em um momento delicioso de calidez, em uma noite tão sombria que me deixou tão fria. Mas assim que meu corpo se acomodou ao calor, o meu cérebro lentamente retornou à vida.

Eu pensei em Cameron de novo, mas isso só provocou aquele zunido dentro do meu peito, por isso afastei os pensamentos rapidamente. Nada durava por muito tempo antes que eu estivesse pensando em uma outra coisa – meus planos de aula, o que eu queria fazer no jardim no fim de semana, o que eu precisava para começar a planejar o evento de arrecadação de fundos de minha mãe.

E de alguma maneira, antes que me desse conta, eu estava pensando em Reese. Pensamentos sobre ele me atingiram com rapidez, e assim que eles me alcançaram, eu me surpreendi. Eu também fiquei surpresa por ter levado tanto tempo para que isso acontecesse. Algo mudou em mim naquela noite, parada em frente a cerca que costumava separar nossos lares. Reese era um pássaro que pousava suavemente nos mares agitados de minha vida, aparentemente fora de lugar, mas tão confiante e calmo em seu pouso que só fazia mais sentido a sensação de pertencimento.

Eu sorri tanto em uma única noite, sorri de verdade, que minhas bochechas doeram. E eu também chorei em seus braços.

Quando sua família foi morta, eu mal contei para Cameron. Foi logo após nossa própria perda, e eu não sabia como ele iria lidar com outra. Então, eu chorei por Mallory sozinha, desejei estar com Reese, sabendo que não havia nada que eu pudesse dizer para melhorar as coisas.

Eu sabia, porque não havia palavras que poderia curar uma perda como aquela. Havia apenas o tempo, e ele não se apressava por todos. Quase doía mais o fato de que Reese não jogava isso na minha cara, que ele não me culpava por não tê-lo procurado. Eu não mantive contato com Mallory nem mesmo antes de sua morte. Eu me senti magoada por ela ir embora de Mount Lebanon. Ela era dois anos mais velha do que eu, e essa foi a única vez em nossa amizade que vi nossa diferença de idade como um problema. Ela estava indo embora, Reese também, e eu tinha que ficar para terminar o ensino médio sem os meus dois melhores amigos. Só quando eu conheci Cameron que eu comecei a me abrir para outra pessoa novamente.

Eu chorei nos braços de Reese pensando em Mallory, em seus pais, mas em algum lugar no caminho, eu comecei a chorar por algo mais. Era algo que eu não conseguia identificar – não até que eu estivesse sozinha.

Foi aí que eu finalmente percebi. Uma parte de mim só estava chorando pela maneira como eu me senti sendo abraçada. Eu tinha quase esquecido. O modo como seus braços tinham me envolvido, o conforto que tinham trazido, e a maneira como os olhos dele tinham encontrado os meus quando ele me afastou – tudo isso me deixou sem ar. Reese não era o mesmo garoto que partiu há catorze anos. Ele estava mais velho agora, seu cabelo mais longo, seu peito mais largo, os músculos em seus braços mais acentuados. Ainda assim, só de estar perto dele me levou de volta para a garota de dezesseis anos que eu fui, para uma época em que o mundo parecia cheio de felicidade e possibilidades infinitas a serem descobertas.

Antes que água ficasse gelada, eu coloquei a mão entre minhas coxas tensas para aliviar a dor. Eu sabia que não poderia dormir até encontrar o que estava procurando tão desesperadamente naquela noite.

Então eu me esforcei para encontrar alívio, pensando em Cameron o tempo todo. Eu pensava em nosso beijo, imaginava como teria sido ter suas mãos em meu corpo de novo, pensei em como seus músculos quentes ficariam sobre minhas mãos divagantes.

Antes de eu encontrar alívio, outro homem surgiu em meus pensamentos por um breve segundo. Foi apenas um lampejo, um momento que me deixou tonta, e quando meu orgasmo enfraqueceu e minha respiração voltou ao normal, a imagem desapareceu e a culpa tomou seu lugar. Eu corei, minhas mãos correndo sobre meus cabelos molhados enquanto eu balançava a cabeça sem acreditar.

Foi apenas o álcool, eu disse para mim mesma. Eu não conseguia nem ter certeza se eu o tinha imaginado, a impressão sumindo rapidamente como areia sendo lavada pelo mar. Eu olhei para a tranquila margem de minha mente, desejando que ela me mostrasse algo, qualquer coisa, mas ela estava cansada, assim como eu.

Os meus olhos se moveram para o teto, e eu os mantive lá, imaginando quem eu era. Pensando se eu era alguém. Depois eu mergulhei mais e mais, prendendo a respiração no momento em que a água quente cobriu meu nariz. Eu a deixei lavar meu pecado como se ele nunca tivesse acontecido. 

❞


Disponível na Amazon BR.

Resenha: The Smallest Part, Amy Harmon

16 fevereiro 2018


"No final, apenas três coisas importavam. O quanto você amou, o quão gentilmente você viveu, e como você, graciosamente, abriu mão de coisas que não foram feitas para você." Desconhecido

Foi um grande mentira. A maior mentira que ela já contou. Uma mentira que reverberou por sua cabeça quando ela a contou, retumbando assustadoramente, e a garota por trás de seus olhos — a garota que conhecia a verdade — gritou, e seu grito ecoou junto com a mentira.

"Você está apaixonada por Noah, Mercedes?" Cora perguntou. "Quero dizer... Eu sei que você gosta dele. Vocês têm sido amigos desde sempre. Todos nós temos. Mas você está apaixonada por ele?"

Se tivesse sido qualquer outra pessoa — qualquer uma — Mercedes teria estufado o peito, cruzado seus braços magros, e demonstrado seus sentimentos. Ela o teria reivindicado. Mas era Cora. Corajosa, linda, arruinada Cora, e ela amava Noah também.

 
Então Mercedes mentiu.

E com essa mentira, ela o perdeu. Com essa mentira, ela selou seu destino.

Ela foi a melhor amiga, a madrinha de casamento, a madrinha de batismo, o grude. Ela esteve presente nos bons e nos maus momentos, nos altos e baixos, nos grandes momentos e nas menores situações. E ela esteve presente quando tudo desmoronou.

Esse é um conto sobre a garota que não ficou com o rapaz.




(5 lindos corações, apesar de que daria todos os corações do mundo)


Essa resenha pode conter spoiler, porque eu estou empolgada demais para conter os meus dedos.

Há um ponto importante sobre o livro/leitura que preciso mencionar antes de começar essa resenha: não sei nem como explicar isso de um jeito que não fique sem noção, mas eu ainda estava prólogo quando fui arrebatada por The Smallest Part. Isso com certeza aconteceu porque o prólogo é a coisa mais linda! Ou seja, eu não estava nem no primeiro capítulo para poder dar a desculpa que tive cinco minutos completos para começar a amar o livro. Ao invés disso, tive meros cinco segundos para perceber que ia perder uma noite de sono. Amy 1 x 0 Laira.

Agora que finalmente desabafei...

Essa é uma história standalone sobre a vida do psiquiatra Noah Andelin (você provavelmente o conheceu em The Law of Moses), e sua amizade com Mercedes e Cora.

A narrativa começa em algum momento do ano 1985 quando os dois amigos, Noah e Mercedes, conhecem a mais nova residente do condomínio The Three Amigos (Os Três Amigos), Cora. Mercedes, a garota Latina, é introduzida na história como aquela que mentiu por amor, e carregou aquela mentira por muito tempo, e Cora, é a amiga insegura que luta constantemente para encontrar seu caminho na vida. Um caminho que a permita ser suficiente e significativa. Eles são amigos desde a infância, e com o passar dos anos, aprendem sobre preservar os bons amigos, e entender o significado que cada um tem para o outro.  

O capítulo um, assim como os outros capítulos, é dividido em duas metades (passado e presente), cada um marcado por um ano e um ícone fofo que ilustra o que podemos esperar naquela parte da história. Além disso, (isso é um spoiler que eu preciso contar, porque me deixou muito feliz e eu achei genial), Harmon menciona um personagem de Peter Pan para fazer uma comparação ao momento em que Noah e Mer conhecem Cora, o que não te dá outra escolha, a não ser amar e se apaixonar completamente por esse livro.

Em The Smallest Part somos totalmente pegos de surpresa por alguns acontecimentos inesperados. Então não espere descobrir muito sobre o enredo lendo apenas a sinopse. Na verdade, depois de ler o livro eu percebi que estava completamente despreparada para enfrentar aqueles acontecimentos. Portanto, esteja preparado para chorar, para inspirar-se, e encontrar-se total e verdadeiramente conectado com os personagens. 

Como a própria autora já havia dito, esse livro é mais sobre amizade do que qualquer outra coisa, apesar de parecer que existe um triângulo amoroso. Tira isso da cabeça, porque é amizade na veia! E é tão lindo ver como tudo começou, o modo como cada amigo esteve presente em cada momento da vida um do outro. A forma como cada um tem vivido, como tem lidado com os melhores e piores momentos. A maneira como cada um exerce seus papéis. O meu coração ficou extremamente aquecido em ver como os três amigos sempre apoiavam uns aos outros. Harmon fez um trabalho tão bom, tão maravilhoso que The Smallest Part veio para curar e mexer com os nossos corações de um jeito inexplicável. Foi uma experiência única navegar pelas lindas palavras da autora. Palavras que carregavam tanto poder sobre a amizade, e a maneira como o amor pode sim ser compartilhado dentro desse universo. 

Obrigada, Amy, você me fez amar The Smallest Part desde o início. E gracias por me mostrar que todos nós temos um papel a exercer nessa vida. Grande ou pequeno, ele é nosso, e precisamos exercê-lo da melhor maneira que pudermos.

-
-
-

Adquira já o seu:

Amazon BR


Adicione à sua estante:

Skoob
Goodreads


Review: The Smallest Part, Amy Harmon

14 fevereiro 2018


“In the end, only three things matter. How much you loved, how gently you lived, and how gracefully you let go of things not meant for you.”
- Unknown

It was a big lie. The biggest lie she’d ever told. It reverberated through her head as she said it, ringing eerily, and the girl behind her eyes—the girl who knew the truth—screamed, and her scream echoed along with the lie.

“Are you in love with Noah, Mercedes?” Cora asked. “I mean . . . I know you love him. You’ve been friends forever. We all have. But are you in love with him?”
If it had been anyone else—anyone—Mercedes would have stuck out her chest, folded her skinny arms, and let her feelings be known. She would have claimed him. But it was Cora. Brave, beautiful, broken Cora, and Cora loved Noah too.

So Mercedes lied.

And with that lie, she lost him. With that lie, she sealed her fate.

She was the best friend, the bridesmaid, the godmother, the glue. She was there for the good times and the bad, the ups and the downs, the biggest moments and the smallest parts. And she was there when it all came crashing down.

This is the tale of the girl who didn’t get the guy.


(5 full hearts, although I'd totally give it all the hearts in the world)



This review might contain spoilers, because I'm too excited to stop my fingers.

One important point about the book/reading that I need to mention before starting this review: I don't even know how to explain it in a way that makes sense, but I was still in the prologue when I got truly enthralled to The Smallest Part. I mean, it wasn't even the first chapter, so I could say that I've had a great five minutes to get to love the book. Instead I had merely five seconds to realize that I would lose a night of sleep. 

Now that I made my so much needed revelation... 

This is a standalone story about Noah Andelin's life (you'd met him briefly in The Law of Moses), and his friendship with Mercedes and Cora. 

The narrative starts at some time in 1985 when the two friends, Noah and Mercedes, meet the newest resident of The Three Amigos apartment complex, Cora. Mercedes, the Latina girl, being the one who had lied for love, carrying that lie for a long time, and Cora the self-conscious friend that was constantly fighting to find her way through life. One that would allow her to be enough. They've been friends since childhood, and within the years have learned the makes of a good friendship, and the meaning each one had for each other. 

The chapter one, as well as the other chapters, is divided in two halves (past and present), each one marked by a year, and cute small icons that may illustrate what is coming in that point of the story. Also, (this is a spoiler, but I need to tell it, because it made me happy, and I think it was genious), Harmon mentions a Peter Pan's character as a comparison to the moment Noah and Mer meet Cora, which gives you no choice other than to love, and fall hard for this book. 

In The Smallest Part we get seriously surprised by some events that we hadn't expected. So don't expect to learn a lot on the plot only by reading the blurb. Actually, after reading the book I found myself completely unprepared to face those events. However, you must be ready to cry, to get truly inspired, and find yourself totally and genuinely connected to the characters. 

As the author have already said, this book is more about friendship than anything else. And it's so beautiful to see how it all started, the way each friend have been present in every single moment of each other lives. The way each one have been living, how they keep dealing with all the best and worst moments. The way they play the parts that were given to them. It warmed my heart seeing how the three amigos supported each other. It was heart healing to navigate through Harmon's beautiful words. Words that carried so much power about friendship, and how much love can be shared into this universe.

So thank you, Amy, you made me love The Smallest Part from the beginning. And gracias for showing me that we all got our parts in life. Big or small, their ours, and we need to play them the best we can. 

Resenha: Tristan, Karla Sorensen

09 fevereiro 2018

Há uma coisa que você deveria saber sobre Tristan: faz anos que ele é apaixonado por Anna.

Com isso, há dois problemas: ela não faz ideia disso e é casada. Pelo menos, era.

Anna Callahan sabe de três coisas com relação ao amigo de seu irmão, Tristan: ele é quieto, incrivelmente lindo, e tem uma chama que poderia atear fogo nos lugares.Por anos, não foi difícil para Anna ignorar tudo isso. Mas quando Tristan é a solução para um problema de trabalho que pode acabar com sua carreira, ele é tudo menos fácil de ser ignorado.

Para Tristan, o fato de que seu objeto de afeto está solteira significa que ele deve agir com calma. Ser o amigo que ela precisa até que esteja pronta para mais, na esperança de que valha a pena arriscar.

Porque isso o guiará para a única coisa que ele quer: ela
.



Tristan é o último capítulo de uma série standalone de cinco livros escrita por Karla Sorensen. Em Bachelors of the Ridge, Sorensen nos apresenta às aventuras românticas de cinco amigos solteiros que moram em um mesmo bairro no Colorado. Cada livro da série possui o nome de cada um dos rapazes: Dylan, Garrett, Cole, Michael e, finalmente, Tristan.

Neste último, conhecemos Tristan Whitfield. Um homem de 36 anos focado no trabalho, respeitoso, com cabelos longos no estilo hipster (me fez lembrar do hipster da Federal!), tatuagens, e de poucas palavras, que vive longos seis anos escondendo seus sentimentos de todos e afastando-se da pessoa que ele mais admira na vida: Anna. Mas há um motivo para esse afastamento. Anna é casada com o cara mais idiota do mundo. E mesmo sabendo que esse casamento não a faz feliz, Tristan se vê impedido de aproximar-se dela, o que com o tempo faz com que ele se torne ainda mais fechado e introspectivo, afinal, essa é a maneira que ele encontra de manter-se afastado dela. Principalmente nas reuniões entre amigos, ou nos jantares na casa de Garrett. 

"Aí está," ela sussurrou.⠀⠀⠀⠀⠀⠀
"O quê?"⠀⠀⠀⠀
"O seu sorriso."⠀⠀⠀⠀⠀
Carinho inundou seu olhar, e eu lutei para continuar respirando.⠀⠀⠀⠀
"Eu sabia que ele estava aí."

No decorrer da narrativa, fica visível o forte laço que conecta esses amigos, e apesar das tentativas inoportunas, é bacana ver todos eles querendo ajudar Tristan de alguma forma. Especialmente agora, que por um acaso, ele se vê numa posição que nunca considerou antes. Com o seu trabalho, ele irá ajudar Anna a salvar sua carreira. O que significa que haverá encontros constantes. Resta saber se Tristan poderá suportá-los calado. 

Neste livro, Sorensen nos presenteia com uma história sobre redescobertas, persistência e amizade. Foi essa mesma amizade que me fez gostar tanto da trama; ver o quanto esses amigos são unidos, e tudo o que eles fazem, mesmo exagerando de vez em quando, para garantirem a felicidade dos outros. 

Espero conseguir ler os outros livros da série em breve, seguindo a sequência bonitinha para entender mais sobre essa amizade e como tudo começou. 

Resenha | Review: Living Out Loud, Staci Hart

05 fevereiro 2018

Quando Annie Daschel chega em Nova Iorque, a única coisa que ela consegue controlar é a sua lista.

Não é a morte do seu pai nem a perda de sua casa. Não é o buraco em seu coração nem a válvula defeituosa que tanto dita sua vida. Mas ela consegue escrever uma lista com todas a maneiras em que poderia viver intensamente, assim como seu pai teria desejado.

Ver a cidade do topo do Empire State Building: Confere.

Comer cachorro quente nos degraus do Met: Confere.

Ficar parada no meio da Times Square: Confere.

Conseguir um emprego na Wasted Words: Confere.

Duas coisas não estão em sua lista: Greg Brandon e Will Bailey. E é simplesmente desse jeito que ela se vê no meio de algo sem conseguir encontrar uma saída; sem respostas claras nem regras.

Com ou sem lista, ela percebe que não pode controlar nada, nem mesmo seu coração.

Não pode controlar as decisões que ele toma nem o momento em que ele para.





 Living Out Loud é o novo romance de Staci Hart e terceiro livro da série inspirada nas obras de Jane Austen, The Austen's Books (veja Wasted Words e A Thousand Letters).

Lançado na última semana, a história tem lugar em Nova Iorque, onde Hart resgata o cenário da Wasted Words (livro 1) para dar vida à trama de Annie Daschel — uma jovem de 18 anos que chega à cidade ao lado de sua mãe e irmãs em meio a um momento de perda, dificuldades e readaptação para sua família, e com o desejo de viver intensamente, sem perder mais nem um segundo de sua vida — e Greg Brandon, o belo, amigável e sensível barista da Wasted Words que, no minuto em que a vê, descobre que seu coração está mais vivo do que nunca.

"Diga-me que está feliz para que eu a deixe ir."
A narrativa é contada sob a perspectiva dos dois personagens, sendo desenvolvida com todo o notável romantismo de derreter corações que só faz com que eu ame cada vez mais a escrita da autora. Neste livro, Hart cria um enredo inspirado em Razão e Sensibilidade, o qual nos envolve na história de superação de Annie, no modo como ela enxerga cada instante com inocência, paixão e brilho no olhar, e como ela lida com as circunstâncias no momento em que percebe que está em um beco sem saída, e a única maneira de escapar é escolhendo entre o que parece ser e o que realmente é. 

No decorrer da trama descobrimos as paixões da protagonista, e as dificuldades físicas que ditam o ritmo de sua vida. A vida de Annie em Nova Iorque é movida por novas descobertas, uma em especial chamada Greg. O cara que faz a magia acontecer, e que coloca, o tempo inteiro, os sentimentos de Annie acima dos dele.

Assim como na obra de Austen, em Living Out Loud exploramos também, a relação de Annie e sua irmã, Elle, com base em suas similaridades, contrastes, e pontos de vista; segundo o modo como encaram a vida, o amor e seus relacionamentos. Annie sempre muito passional, já Elle, a sensatez em pessoa. 

Este é um romance contemporâneo sobre amar e perceber aquilo que está bem na sua frente. Que mesmo que o coração não funciona direito, ele, ainda assim, é o seu melhor guia. 

♦♦♦


 Living Out Loud is Staci Hart's newest novel, and third installmente of the series inspired by Jane Austen's books (see Wasted Words, and A Thousand Letters).

Released last week, the story takes place in New York, where Hart brings the Wasted Words (book 1) scenario back to bring Annie Daschel's story to life - a 18-year-old girl that arrives to the city along with her mother and sisters amidst a time of loss, dificulties and upgrading, carrying the wish about living loudly, not wanting to waste the precious seconds of her life — and Greg Brandon, the handsome, friendly, and tenderhearted barista from Wasted Words whom, in the second he sets eyes on her, finds that his heart is more alive than ever.

The narrative is told from the perspective of both characters, being developed with a remarkable and heart-melting romanticism that makes me love the author's writing even more. In this book, Hart build a plot inspired by Sense and Sensibility, which enfolds us in Annie's overcoming story, the way she sees every instant with innocence, passion, such a gleam in the eye, and how she handles the circumstances by the time she realizes she's in a dead end, and the only way out is by choosing between what it seems to be, and what it truly is.

During the story, we also learn about the character's passions, and the physical disabilities that have a say in her life. Annie's life in New York is driven by new discoveries, one in particular named Greg. The guy that makes the magic happen. The guy that cares so much about Annie he simply put her feelings over his. 

As well as in Austen's work, in Living Out Loud we also explore the relationship between Annie and her sister, Elle, based on their similarities, contrasts, and perspectives, according to the way they both see life, love, and their own relationships: Annie being always passionate, while Elle is the good judgment in person.

This is a contemporary romance about loving and realizing what is right in front of you. Even when the heart doesn't seem to work properly, he is yet your greatest guide.


♦♦♦

The Austen's Books:

Wasted Words
A Thousand Letters
A Little Too Late (spin-off)
Living Out Loud
The Sound of Silence (lançamento: maio/2018)


Adicione à sua estante virtual:

Skoob
Goodreads

Lançamento: 'Living Out Loud', Staci Hart

01 fevereiro 2018

"Eu não consigo ser sensato no que diz respeito a você."


Living Out Loud de Staci Hart, novo romance da série inspirada nas obras de Jane Austen, já está disponível! Baseada na história de Razão e Sensibilidade, esse é um livro que nos faz retornar ao mundo da Wasted Words e nos traz uma história de amor inesquecível.

 
Quando Annie Daschel chega em Nova Iorque, a única coisa que ela consegue controlar é a sua lista.

Não é a morte do seu pai nem a perda de sua casa. Não é o buraco em seu coração nem a válvula defeituosa que tanto dita sua vida. Mas ela consegue escrever uma lista com todas a maneiras em que poderia viver intensamente, assim como seu pai teria desejado.

Ver a cidade do topo do Empire State Building: Confere. 

Comer cachorro quente nos degraus do Met: Confere.


Ficar parada no meio da Times Square: Confere.

Conseguir um emprego na Wasted Words: Confere.

Duas coisas não estão em sua lista: Greg Brandon e Will Bailey. E é simplesmente desse jeito que ela se vê no meio de algo sem conseguir encontrar uma saída; sem respostas claras nem regras.

Com ou sem lista, ela percebe que não pode controlar nada, nem mesmo seu coração.

Não pode controlar as decisões que ele toma nem o momento em que ele para.



                              SOBRE A AUTORA
Staci foi muitas coisas até esse momento de sua vida -- designer gráfica, empresária, costureira, designer de roupas e bolsas, garçonete. Não dá para esquecer disso. Ela também foi mãe de três garotinhas que com certeza vão crescer para quebrar muitos corações. Ela foi esposa, ainda que não tenha sido a a mais limpa ou a melhor cozinheira. Ela também é super divertida em festas, especialmente se estiver bebendo uísque. Com raízes em Houston para sete anos de trabalhos no sudeste da Califórnia, Staci e sua família acabaram ficando em algum lugar no meio e igualmente ao norte, em Denver. Eles são tão novos agora que a neve ainda parece mágica. Quando ela não está escrevendo, está lendo, dormindo, jogando ou fazendo design.


© LIVROS MINHA TERAPIA- TODOS OS DIREITOS RESERVADOS | Design e Programação por